Até 2030 muita coisa iria mudar no mundo. Mas a pandemia de Coronavírus acelerou diversas mudanças na vida social, na economia, e no mercado de trabalho.

Que o mundo está mudando, isso todos já percebemos. Os avanços científicos e a evolução da tecnologia estão transformando o homem, seu modo de vida, suas relações inter e intrapessoais, e, claro, o mercado de trabalho, que está sofrendo uma revolução real.

Muitos cientistas passam a vida buscando a criação de veículos autônomos e viagem no tempo, enquanto futuristas comprometidos com a sociedade de hoje, insistentemente buscam inovações funcionais e transformacionais, que mudam, de fato, as nossas vidas.

Estamos falando de transformações no mercado de trabalho, de soluções da medicina, na engenharia, na educação, no modelo que recriamos ou reorganizamos nossas cidades, pensando na mobilidade urbana, na acessibilidade, na sustentabilidade e na conectividade, para ser desfrutada por todos, por muito mais tempo, e pelas próximas gerações.

O especialista em cidades inteligentes, Renato de Castro, fala no TEDx USP: Cidades inteligentes para uma melhor qualidade de vida.

2030 era a data prevista mais longínqua para esse novo mundo entrar em vigor definitivamente. Mas alterações significativas vão ocorrer dentro de um ou dois anos, no máximo, especialmente no mercado de trabalho.

Isso porque, a pandemia mundial de Coronavírus mudou essas datas, e nos deu a oportunidade de adiantarmos algumas situações.

O mercado de trabalho e uma nova sociedade

Para alcançarmos essa (r)evolução, que impacta diretamente o mercado de trabalho, precisamos, antes de mais nada, buscar uma mudança de mentalidade. É preciso a compreensão e a internalização em cada um de nós da necessidade de disrupção da atual realidade, que ainda nos aprisiona em modelos do passado e em paradigmas tradicionais.

Será mais viável para todos um mundo onde as coisas custam mais no geral, e menos para cada consumidor quando compartilhadas, como já é o caso de serviços de streaming, como o Netflix, ou de transportes, como o Uber Pool, que permite ao usuário compartilhar a conta para ver um filme, ou uma corrida até o destino próximo com um desconhecido.

Com as pessoas permanecendo mais tempo em casa, a vida, o dia-a-dia, o mercado de trabalho, profissões e diversos setores da economia vão sofrer reajustes, e agora é momento de pensar o que podemos fazer, e começar a agir a partir desse novo cenário.

HORA DO EMPREENDEDOR

Ibraim Gustavo: Jornalista, pós-graduado em Marketing e MBA em Comunicação e Mídia. Possui formação em Profissões do Futuro (O Futuro das Coisas) e no Programa de Capacitação da Nova Economia (Startse). Empreendedor, sócio-fundador e Head de Criação e Inovação da Freestory.

Fonte: A Cidade ON

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