Nova obra de Bruna Chíxaro que ressalta reflexões, está em pré-venda nesta quarentena pela Valer

As cartas de uma jovem, enviadas a 10 amigos, durante uma viagem à pouco conhecida Antártida – o segundo menor continente do mundo que rodeia o Pólo Sul – podem ter tudo a ver com você, em isolamento social, por causa da Covid-19.

Por disso, o livro de Bruna Chíxaro, “Antártida – Cartas do Fim do Mundo”, desafia o distanciamento social e começa a ser vendido pela editora da obra, Valer, como pré-lançamento, para que leitores mergulhem nas reflexões que a autora, aos 27 anos, descreve em cartas e onde mistura informações de viagem, história, mas também muita filosofia e muito sentimento.

É verdade que as experiências de Bruna com a literatura vem desde muito cedo, quando aos 21 anos lançou “Ana Bolena” – sim, a história da polêmica segunda esposa do Rei Henrique VIII, do século XVI, que fez até com que a Inglaterra virasse protestante, mas que também foi acusada de traição e até incesto, sendo no final decapitada. No entanto, agora, com “Antártida”, a autora ressurge mais madura, mais reflexiva e consolidando-se como uma revelação no cenário literário.

Para o proprietário da editora Valer, Isaac Maciel, Bruna Chíxaro transforma sua escrita em algo muito desenvolto e leve. “As abordagens dela sempre são descomplicadas, apesar de muito explicativas e com informações inusitadas. Foi assim com ‘Ana Bolena’, hoje na segunda edição e, que apesar de uma história batida por inúmeros historiadores e escritores, ela mostrou algo novo nessa obra. E, de repente, agora, com ‘Antártida – Cartas do Fim do Mundo’, Bruna volta com surpreendentes reflexões sobre a vida e que contribuem muito neste momento”, declara o editor.

Já na opinião da editora da obra, Neiza Teixeira, o livro traz vários elementos a ressaltar. Primeiro, a escrita da autora. “Muito leve e clara. Bruna escreve para um público jovem, mas que também encanta adultos, porque tudo é prazeroso nas suas observações pessoais e nas referências que faz a obras e escritores”.

Teixeira também destaca as duas formas de “viagens” que Bruna faz no livro. “Temos uma que é o deslocamento do corpo ao último continente que ela não conhecia. Essa viagem solitária até lá destaca a coragem dessa jovem. A segunda viagem é a interna e a mais importante. Essa é a mais profunda. Sabemos disso porque estamos passando por isso hoje”, comenta.

Conforme Neiza Teixeira, há ainda a estética do livro. “Bruna escreve em forma de cartas que enviou aos amigos e isso traz uma valorização a esse livro. Novamente, repensando a situação que nos encontramos, a autora nos faz refletir no valor das amizades e como vamos requalificar essas amizades depois que o Covid-19 passar. O afeto pelo outro. E essa forma de diário é outro destaque do livro”, reforça.

VISÃO DA AUTORA

De acordo com Bruna Chíxaro, um livro sobre Antártida começou da fixação de fazer 25 coisas maravilhosas até o aniversário de 25 anos. Então, foi quando ela programou viagem aquele continente frio, seco e inóspito e não se arrependeu. “Nunca uma viagem me causou tantas transformações internas”, afirma. Pra completar, deu vida à sua ideia de escrever uma carta todo dia a alguns amigos sobre a experiência. O resultado é o livro em questão.

Outro ponto singular, para ela, é que a obra não é um guia turístico da Antártida. “Trata-se, simplesmente, de um relato de uma grande aventura que vivi e as lições que aprendi”, revela.

Nesse contexto, fica difícil dissociar o conteúdo reunido no livro de Bruna Chíxaro com o que o mundo todo vive hoje, em quarentena, por causa do Coronavírus.

Apesar do livro de Bruna falar em liberdade e a Covid-19 determinar uma espécie de prisão, a autora escreve na introdução do livro – antes de tudo acontecer – o seguinte pensamento:

“Desbravar o desconhecido é, de fato, empolgante, mas ouso dizer que a melhor parte de viajar em nossa própria companhia é poder olhar para dentro e entender tudo que nos levou a ser quem somos – bem como tudo que fizemos com o que a vida fez conosco”.

Serviço

“Antártida – Cartas do Fim do Mundo” pode ser adquirido pelo site da Editora Valer (www.editoravaler.com.br) ou pelo WhatsApp (92) 99613-1113. Para Manaus, a entrega é gratuita e a obra está em promoção de pré-venda por R$ 32.

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