Os próprios alunos da escola Waldir Garcia mostraram como funciona o processo de ensino-aprendizagem da unidade para Ximena Duenas, especialista em educação do BID (Foto: Eliton Santos/Semed/Divulgação)

Representante do Banco Interamericano de Desenvolvimento foi recebida, nesta quinta-feira (3), por alunos do Ensino Fundamental da unidade de ensino Waldir Garcia, no bairro São Geraldo.

Manaus – A primeira escola da Prefeitura de Manaus com título de ‘Escola Transformadora’ na Região Norte do Brasil, Waldir Garcia, no bairro São Geraldo, zona Sul da capital, recebeu nesta quinta-feira (3) a visita da especialista em educação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Brasil, Ximena Duenas. O objetivo foi ver de perto como funciona a metodologia de ensino da unidade, que também é a primeira da Secretaria Municipal de Educação (Semed) na modalidade de ‘Educação Integral’. A unidade de ensino atende 206 alunos do 1º ao 5º ano, e é reconhecida nacionalmente pelas ações de inclusão realizada com alunos estrangeiros e da educação especial.

A subsecretária de Gestão Educacional da Semed, Euzeni Araújo, que acompanhou a visita na escola Waldir Garcia, falou da importância em receber um representante do BID em Manaus, mostrar as ‘Escolas Transformadoras’ e ainda retribuir a visita, que ela e a secretária de Educação, Kátia Schweickardt, fizeram à Colômbia, na última semana de setembro.

“Mostramos como as nossas unidades desenvolvem esse trabalho, é uma forma de trocar experiências. Aproveitamos também para conversar sobre as avaliações que fazem parte do componente em parceria com o BID. Tudo isso é uma forma de cada vez mais melhorar a qualidade de ensino da educação de Manaus, como nos determina o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto”, comentou Euzeni.

Ximena foi recebida pelos alunos do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental, que mostraram as dependências da unidade e como funciona o processo de ensino-aprendizagem da primeira unidade de ensino integral da rede municipal de educação.

“Eu acho incrível quando as crianças se apropriam do seu espaço de ensino e conseguem apresentar como se estivessem em casa. Achei interessante o fato de alunos, que não estudam mais aqui, continuarem vindo para cá. Isso mostra o trabalho que a escola tem no coração dos alunos. Essa foi uma experiência muito boa, gostei bastante”, elogiou Ximena.

A aluna Layanne Vale, 10, apresentou com muito orgulho a escola para a visitante e falou em espanhol com Ximena, que é colombiana. “Aqui na nossa escola não existe preconceito, nós trabalhamos em grupo com todos os alunos, pode ser estrangeiro ou da educação especial. Eu gosto muito da minha escola e principalmente da biblioteca. Aproveitei também para falar com a visitante em espanhol porque aqui a gente também estuda outras línguas”, explicou a aluna.

“É uma honra para todos nós sabermos que a escola está no caminho certo. Nós temos conquistado vários resultados positivos, e isso é uma realização plena. As crianças têm autonomia para falar da escola porque elas são as protagonistas de tudo que acontece aqui. Essa é a nossa missão, fazer uma educação diferente e participativa, que chega até a família”, disse a gestora da escola, Lúcia Cortez.

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