A ideia é que as partes on-line (remoto) e offline (presencial) se conectem e complementem.

Uma das maiores tendências da educação do século 21 é o ensino híbrido, que promove a integração entre aulas presenciais e as propostas da Educação a Distância (EAD). Sendo assim, conecta a educação com a tecnologia, o que já é muito presente na vida dos estudantes. A ideia é que as partes on-line (remoto) e offline (presencial) se conectem e complementem, proporcionando diferentes formas de potencializar o aprendizado dos alunos.

Na parte offline, que são os encontros presenciais realizados nas escolas, pode ter diversos momentos: o estudo em grupos ou com a turma, com ou sem a presença do professor, ou até mesmo em momentos individuais. O mais importante dessa parte é a valorização das relações entre aluno e professor, e entre alunos e seus colegas de turma. O objetivo central é a qualidade na aprendizagem da aula.

Já na parte on-line, o estudante possui controle sobre o tempo, o modo, o ritmo e o local de estudos. Por exemplo, ele pode estudar em sua casa, na escola ou no laboratório de informática. Além disso, o aluno pode realizar pesquisas em seu celular, computador ou usando um tablet. O que importa é que, no on-line, ele monitora o seu estudo, o que favorece a tomada de decisões e sua autonomia.

No Brasil, uma das maneiras mais comuns da adoção do ensino híbrido é por meio do chamado laboratório rotacional, no qual são combinados momentos na sala de aula e no laboratório de informática, com conteúdos complementares.

Nessa modalidade, os professores subdividem as classes em duas turmas, uma dedicada ao aprendizado no virtual, em computadores, e outra organizada em uma sala de aula. Depois de uma sessão, os alunos trocam de posições: os que estão no ambiente de ensino presencial passam para o virtual e vice-versa.

Fonte: Diário do Nordeste

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