Fundada por Carlos Eduardo, a Start Pay permite que seus clientes usem seu saldo em programas de recompensa em pagamentos pelo celular. Além disso, é possível usar criptomoedas nas compras.

Fidelizar o cliente é um dos principais desafios dos empreendedores. Uma das estratégias comuns nos estabelecimentos é adotar o modelo de cashback, um programa de recompensa em que os consumidores podem comprar um produto e receber parte do dinheiro de volta – ou recebem um crédito em uma compra próxima. Atento ao potencial desse mercado, o empreendedor Carlos Eduardo, de 35 anos, decidiu apostar neste modelo de negócio.

Apesar de ter se formado em direito, ele não atuou na área. Por 13 anos, trabalhou no setor financeiro de uma distribuidora de combustíveis.

Em 2015, fundou uma microempresa chamada iFideliza para criar uma plataforma de cashback. Para usar o serviço, os clientes consultavam os estabelecimentos credenciados. Caso eles fizessem uma compra, 10% do valor retornariam para a conta do consumidor, que poderia usar a recompensa nas outras lojas credenciadas. Para utilizar o serviço, era necessário ter o aplicativo da empresa.

Novas funcionalidades

Em 2018, o empreendedor decidiu expandir o negócio e fundou a Start Pay. “Recebemos, no ano passado, investimentos da Shevar Participações. A partir de então, expandimos a plataforma digital, agregando novos produtos, ferramentas, equipe e conhecimentos de gestão de negócios, finanças, tecnologia e marketing”, diz. Além de atuar com o modelo de cashback, a fintech investiu em soluções de meios de pagamentos para o setor varejista.

Por meio do aplicativo da startup, é possível usar o cashback para fazer pagamentos em mais de 100 estabelecimentos credenciados. Para isso, os clientes usam um QR Code, que aparece na tela do celular.  O lojista, por sua vez, paga à Start Pay uma taxa de 1,5% do valor de cada transação.

A startup também aposta em pagamentos feitos com criptomoedas. Ao fazer uma compra usando o aplicativo da Start Pay, o cliente pode usar seus bitcoins, por exemplo – a empresa converte a moeda para reais.

Para usar esse serviço, os usuários precisam se cadastrar no aplicativo da fintech e informar seus dados pessoais para uma análise prévia. O cliente também pode transformar seus créditos de cashback em bitcoins e pode usar a criptomoeda para comprar novos produtos nas redes credenciadas.

Com o app, é possível também fazer doações para instituições credenciadas.

Segundo o empreendedor, ampliar sua atuação foi uma boa estratégia. Atualmente, a empresa está faturando R$ 1 milhão por ano.

Para Eduardo, a Start Pay tem dois desafios principais: provar que a Start Pay é um bom negócio e incentivar as pessoas a usar suas soluções.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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