Geralmente, quando estamos dissimulando, há incongruência entre os nossos gestos faciais e os demais gestos corporais. Pode ocorrer alteração nas pupilas, rubor facial, aumento na freqüência do piscar de olhos, os quais são gestos inconscientes que revelam a farsa. No mais, dentre os sinais mais comuns e outras reações, destacam-se:

Afrouxar o colarinho: frustração, se o interlocutor fizer isso, peça para repetir o que disse.

Alisar o queixo: tomada de decisão.

Colocar a haste dos óculos, caneta, copo ou dedo na boca, fumar e soltar uma baforada,: insegurança, adiamento ou sob pressão.

Coçar a cabeça na parte de trás: crítica.

Coçar os olhos: evitar o contato ocular direto.

Coçar o pescoço: dúvida.

Mão apoiando a cabeça: tédio.

Mão fechada encostada no queixo ou com o dedo indicador pra cima: avaliação.

Mão fechada, polegar apoiando o queixo e indicador sobre a face: negativismo.

–  Pegar na orelha: ansiedade, ou já ouviu o suficiente ou não quer falar.

Simular tosse: ansiedade, impaciência, se não está resfriada.

Tocar o nariz: mentira ou inquietude, se a pessoa não está resfriada.

Tamborilar com os dedos: impaciência.

Tapar a boca: se a pessoa fizer isso enquanto você fala, pode pensar que você está a esconder algo, nesse caso, questione-a se existe alguma dúvida.

Edu Santos
Edu Santos possui MBA em Gestão de Pessoas, mestrando em Gestão e Tecnologia aplicadas à Educação, palestrante, prof. de pós graduação pela Unifacs, Unijorge e Wyden nas disciplinas de Gestão Emocional nas Organizações e Motivação e Engajamento. Além disso, Edu é poeta e autor do livro "A Verdadeira Concepção do Engajamento e Motivação" (Literarebooks, 2017). Para outras informações, envie e-mail para palestrante@edusantos.pro.br

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