O mês da Visibilidade Trans é comemorado dia 29 de janeiro, data criada em 2004 pelo Ministério da Saúde após a divulgação da campanha “Travesti e Respeito”, em reconhecimento à dignidade desta população, é importante para visibilizar o público. Porém, é preciso reafirmar direitos recorrentemente.

Para o consultor Pedro Sampaio, da Tree Diversidade, iniciativas de inclusão de pessoas trans devem focar na eliminação da hostilidade no ambiente de trabalho. “O ambulatório não estava preparado para me receber. Mas deveria. Obviamente, muitos homens trans vão ao ginecologista. A não existência de um banheiro masculino ali é uma microagressão, velada, não explícita, que, aliás, a maioria das pessoas sequer reconhece como danosa, como a agressão verbal ou física. A microagressão diz a pessoas como eu que não pertencemos àquele local“, afirma Pedro Sampaio, homem trans com transição iniciada em 2018.

“De nada adianta a empresa contratar pessoas trans, negras, mulheres, pessoas com deficiência se não preparar o ambiente para acolhê-las. Se o ambiente é hostil, elas vão gastar mais energia se defendendo dele do que produzindo”, ressalta.

A Tree Diversidade é uma das mais importantes consultorias brasileiras especializadas em diversidade e inclusão, que tem como missão trabalhar por organizações e pessoas mais diversas e inclusivas. http://www.treediversidade.com.br .

Fonte: Observatório G

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