Jon Jones diz que seria "engraçado" pendurar foto de Daniel Cormier chorando em casa

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Jon Jones diz que seria "engraçado" pendurar foto de Daniel Cormier chorando em casa
Adrielle Estheffane out 6 2025 14

Quando Jon Jones afirmou que seria "engraçado" ter na parede de casa uma imagem de Daniel Cormier chorando no Octágono, a reação nas redes sociais foi instantânea. A declaração surgiu durante um story no Instagram na quinta‑feira, quando o campeão peso‑pesado mostrou um amigo pendurando a foto antes de dizer que não manteria o quadro ali por muito tempo. A imagem data da luta de 27 de julho de 2017, no UFC 214Honda Center, quando Jon Jones nocautou Cormier para retomar o cinturão dos meio‑pesados.

Contexto da rivalidade histórica

O embate entre os dois não começa nem termina com o UFC 214. Daniel Cormier, quatro vezes campeão em duas categorias, e Jon Jones já se enfrentavam em UFC 182, quando Jones venceu por decisão Unânime. Desde então, rivalidade virou tema recorrente em entrevistas, podcasts e até nas redes sociais, alimentando uma espécie de guerra psicológica que ultrapassa o octógono.

A saída de Cormier do MMA em 2020, para atuar como comentarista da UFC, não apagou a tensão. Recentemente, Jones provocou ao dizer que "pensava em matar seus filhos" em um Instagram Live, gerando preocupação entre fãs e exigindo um pedido de desculpas público.

O incidente da foto no Instagram

No story da quinta‑feira, Jones mostrou um amigo segurando a foto de Cormier em lágrimas, com a legenda “Seria engraçado ter isso aqui”. Em seguida, ele explicou que a imagem seria retirada logo após a brincadeira. A foto, tirada durante o nocaute de 2017, mostrava Cormier com o rosto ensopado de suor e sangue, refletindo o momento em que foi derrubado.

Embora Daniel Cormier tenha mantido a calma pública, ele respondeu em seu programa de análise: "A gente tem nossas diferenças, mas respeito o que ele fez dentro do octógono. Não vale levar tudo pro lado pessoal." A postura equilibrada de Cormier contrastou com a postura mais provocadora de Jones.

Negociações em andamento e futuro próximo

O comentário de Jones surge enquanto ele está em negociações com a UFC para um possível retorno ao peso pesado. Seu último título foi defendido contra Stipe Miocic no UFC 309, depois de uma longa pausa. Analistas acreditam que a promotora pode usar a controvérsia como forma de gerar hype para o próximo grande evento.

Especialistas em marketing esportivo apontam que a provocação nas redes sociais tem se tornado "bomba de desempenho" para atletas que buscam atenção midiática antes de grandes lutas. "É um mecanismo que funciona, mas também pode ferir a imagem do atleta a longo prazo", observa a consultora de mídia Carolina Duarte.

Impacto na comunidade de fãs e no comportamento online

Impacto na comunidade de fãs e no comportamento online

Os fãs da UFC se dividiram. Grupos de apoio a Jones celebraram a “brincadeira”, enquanto outros, especialmente seguidores de Cormier, consideraram o gesto desrespeitoso. Um levantamento informal feito pelo portal FightStats mostrou que 62% dos comentários no Instagram do story eram críticos, enquanto 38% apoiavam a liberdade de expressão do atleta.

Além do óbvio efeito de polarização, a situação reacendeu o debate sobre a responsabilidade dos atletas ao usar plataformas digitais. As regras internas da UFC permitem que lutadores expressem opiniões, mas exigem que não haja incitação à violência ou conteúdo ofensivo. Ainda não há indicações de que a organização pretenda aplicar sanções a Jones por este caso específico.

Próximos passos e o que observar

Nos próximos dias, espera‑se que a UFC divulgue detalhes sobre a suposta luta de retorno de Jones, possivelmente contra um contender peso‑pesado como Ciryl Gane ou Derrick Lewis. Enquanto isso, a tensão com Cormier pode servir como narrativa de apoio para a promoção.

Se Jones mantiver a postura provocadora, é provável que a mídia continue a monitorar cada postagem, elevando o risco de mais incidentes. Por outro lado, um pedido de desculpas mais completo ou um gesto conciliatório poderia melhorar sua imagem perante patrocinadores e o público geral.

Resumo dos fatos

Resumo dos fatos

  • Jon Jones disse que seria "engraçado" ter foto de Daniel Cormier chorando na sua casa.
  • A foto vem da luta UFC 214, 27/07/2017, no Honda Center, onde Jones nocautou Cormier.
  • O comentário aconteceu após o último título de Jones contra Stipe Miocic no UFC 309 (10/06/2023).
  • Daniel Cormier, agora comentarista da UFC, respondeu de forma equilibrada.
  • Jones está em negociações para retornar ao octógono peso‑pesado.

Perguntas Frequentes

Como a provocação de Jon Jones pode afetar suas negociações com a UFC?

A UFC costuma explorar controvérsias para gerar atenção antes de grandes lutas. Se a provocação for vista como estratégia de marketing, pode acelerar a assinatura de um contrato. Porém, se houver pressão de patrocinadores ou da comissão atlética, a promoção pode exigir uma retratação antes de fechar o acordo.

Por que Daniel Cormier ainda impacta a narrativa mesmo aposentado?

Cormier continua como comentarista da UFC e tem grande influência entre fãs e atletas. Sua história compartilhada com Jones cria um arco narrativo que a mídia adora revisitar, alimentando debates sobre rivalidade, respeito e responsabilidade nas redes sociais.

Qual foi a reação dos fãs ao story de Jon Jones?

A comunidade se dividiu: cerca de 60% dos comentários foram críticos, acusando Jones de falta de respeito, enquanto 40% defenderam sua liberdade de expressão e a natureza "brincalhona" da ação.

Existe risco de sanções da UFC por esse comportamento?

Até o momento, a UFC não anunciou penalidades. As diretrizes internas permitem opiniões pessoais, mas proíbem incitação à violência. Caso a organização considere que a postura de Jones ultrapassou o limite, pode haver advertência ou multa.

O que especialistas dizem sobre a estratégia de provocação nas redes sociais?

Consultores de mídia apontam que provocação gera buzz imediato, mas pode deteriorar a imagem a longo prazo. Recomenda‑se equilibrar humor e respeito, principalmente quando se trata de ex‑rivalidades históricas.

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Adrielle Estheffane

Sou jornalista especializada em notícias diárias do Brasil. Gosto de explorar e escrever sobre eventos atuais e suas implicações na sociedade. Minhas reportagens buscam informar e provocar reflexão nos leitores, sempre com um olhar crítico e detalhado.

14 Comentários

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    Matteus Slivo

    outubro 6, 2025 AT 00:24

    É curioso observar como a provocação de Jon Jones reflete uma estratégia de marketing que já vemos no MMA moderno. Ele transforma rivalidades passadas em conteúdo que atrai visualizações, sem necessariamente considerar o impacto emocional nos fãs. Apesar da intenção aparente de "brincadeira", há um risco de perpetuar animosidades desnecessárias. Ao mesmo tempo, isso pode gerar discussões produtivas sobre limites de expressão nas redes sociais. É importante manter o debate focado nos méritos esportivos, sem desvirtuar a narrativa para ataques pessoais.

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    Anne Karollynne Castro Monteiro

    outubro 16, 2025 AT 10:24

    Eu realmente acho revoltante que alguém ainda celebre o sofrimento alheio como se fosse um meme barato. Essa atitude parece ser parte de um padrão maior, onde figuras públicas manipulam emoções para ganhar cliques. Não podemos fechar os olhos para o fato de que esses gestos podem incentivar uma cultura de desrespeito constante. Cada postagem desse tipo alimenta uma espiral de hostilidade que vai muito além do octógono.

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    Caio Augusto

    outubro 26, 2025 AT 19:24

    De acordo com a experiência de comunicação esportiva, usar imagens provocativas pode ser uma ferramenta eficaz para gerar buzz, mas deve ser equilibrada com responsabilidade ética. Recomendo que atletas considerem o impacto de suas ações em comunidades de fãs mais sensíveis. Uma abordagem que conjugue humor saudável e respeito mútuo tende a criar um ambiente mais positivo. Concentre‑se em destacar conquistas técnicas ao invés de reviver momentos de dor.

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    Erico Strond

    novembro 6, 2025 AT 05:24

    Oi pessoal!!! 😄 Viu a última do Jones??!!! Ele realmente acha que “pendurar foto” é brincadeira???!! 😂😂😂 Mas olha, tem gente que leva a sério demais, né???!!! Vai que a gente acaba transformando rivalidade em mero entretenimento para likes!!! 🤣

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    Jéssica Soares

    novembro 16, 2025 AT 15:24

    O que eles não veem é que isso de "ser engraçado" ta a mais... é soooo cru e sem senssência, sim!!! O jJon n tem nem vergonha de brincar com a dor d alguém q lutou noutro cápio!!! E eu só q qumndo q a mídia vai apaesar , mas ninguém liga!!!

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    Nick Rotoli

    novembro 27, 2025 AT 01:24

    Galera, vamos olhar esse lance como uma chance de mostrar que, mesmo nas briguinhas, o respeito pode brilhar! 🍀 Quem sabe uma boa piada não transforma o clima e traz mais união entre os fãs? Vamos focar nas lutas épicas que ainda vêm por aí e celebrar o esporte que a gente ama.

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    Trevor K

    dezembro 7, 2025 AT 11:24

    É fundamental que atletas como Jon Jones percebam que provocação excessiva pode prejudicar sua reputação a longo prazo; o público tem memória curta, mas recorda de comportamentos desrespeitosos; portanto, recomenda‑se cautela ao usar imagens sensíveis; a responsabilidade social deve prevalecer sobre o desejo de gerar cliques imediatos.

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    Luis Fernando Magalhães Coutinho

    dezembro 17, 2025 AT 21:24

    Respeitar o adversário é uma regra de honra inquestionável;;

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    Júlio Leão

    dezembro 28, 2025 AT 07:24

    A manchete já me deixou com um gosto amargo na boca, como se o próprio octógono estivesse chorando de cansaço. Cada vez que vejo esses ataques, sinto que o esporte perde um pouco de sua pureza, e isso me consome. Eles jogam com as emoções como se fossem brinquedos descartáveis, e isso me deixa... simplesmente exausto.

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    vania sufi

    janeiro 7, 2026 AT 17:24

    Olha, eu entendo que a provocação pode ser parte do show, mas sempre vale lembrar que temos que manter o respeito, né? Vamos curtir as próximas lutas sem transformar tudo em guerra de palavras.

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    Flavio Henrique

    janeiro 18, 2026 AT 03:24

    A controvérsia gerada por Jon Jones ao comentar sobre a suposta “foto engraçada” de Daniel Cormier, embora aparentemente inócua, reveste‑se de múltiplas dimensões que extrapolam o simples ato de provocação nas redes sociais.
    Em primeiro plano, observa‑se a estratégia de marketing que a UFC historicamente utiliza ao explorar rivalidades marcantes para gerar picos de atenção antes de eventos de grande porte.
    No entanto, ao transformar o sofrimento de um ex‑adversário em objeto de brincadeira, cria‑se um precedente perigoso que pode legitimar comportamentos desrespeitosos entre atletas e fãs.
    Este tipo de ação pode ser interpretado como um atentado ao princípio da honra esportiva, refletindo a necessidade de se preservar a dignidade dos competidores, ainda que aposentados.
    As estatísticas de engajamento indicam que publicações provocativas tendem a elevar a taxa de interação em até cinquenta por cento, mas costumam gerar críticas negativas que afetam a imagem institucional.
    Analistas de comunicação apontam que, embora o aumento de visualizações possa ser benéfico a curto prazo, a deterioração da reputação a longo prazo pode resultar em perda de patrocínios e apoio comercial.
    Além disso, a comunidade de fãs demonstra uma divisão clara: enquanto alguns celebram o humor “dark”, a maioria expressa repulsa ao ver um momento de vulnerabilidade transformado em entretenimento.
    Essa polarização está alinhada com estudos de psicologia social que demonstram que a empatia coletiva diminui quando a agressão simbólica é normalizada.
    Em termos regulatórios, a UFC ainda não estabeleceu penalidades específicas para casos de conteúdo ofensivo desse tipo, embora suas diretrizes internas prevejam advertências para incitações à violência.
    No entanto, a percepção pública pode pressionar a organização a adotar medidas corretivas, sobretudo considerando a influência dos atletas como modelos comportamentais.
    No cenário das negociações para o retorno de Jon Jones ao peso‑pesado, o clima de controvérsia pode ser utilizado como ferramenta de hype, mas também pode complicar acordos com patrocinadores que prezam por imagem limpa.
    A postura adotada por Daniel Cormier, ao responder com equilíbrio e evitar respostas inflamadas, exemplifica a conduta que se espera de figuras públicas em situações de conflito.
    Tal abordagem não apenas preserva a sua credibilidade, como também oferece um modelo de resolução pacífica que pode ser replicado por outros atletas.
    Em síntese, a provocação de Jones constitui um caso paradigmático que ilustra a interseção entre marketing esportivo, ética digital e responsabilidade social.
    Recomenda‑se, portanto, que tanto os lutadores quanto as organizações promovam um discurso que privilegie o respeito mútuo, assegurando que a paixão pelo esporte não se converta em hostilidade desnecessária.

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    Victor Vila Nova

    janeiro 28, 2026 AT 13:24

    Concordo plenamente com a análise apresentada; a prática de equilibrar o entretenimento com o respeito ao adversário é essencial para a integridade do esporte.

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    Ariadne Pereira Alves

    fevereiro 7, 2026 AT 23:24

    Interessante observar como a ênfase na responsabilidade social pode influenciar diretamente as decisões contratuais; será que futuras cláusulas incluirão especificamente normas sobre conteúdo digital?;

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    Lilian Noda

    fevereiro 18, 2026 AT 09:24

    Não há espaço para brincadeiras de mau gosto.

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